Uma campanha de moradores pela compra dos 150.000 m² da área do antigo Clube Banespa, encravados no coração do nosso condomínio. A decisão está chegando. E ela é de todos nós.

Iniciativa independente de moradores do Condomínio Estância Marambaia · Vinhedo/SP

150.000 m²de área verde e lazer dentro do Marambaia
52 anosde história, desde a doação em 1974
100%encravada no condomínio, sem acesso externo
1 decisãoque define o futuro da área: a nossa
O que está em jogo

Um paraíso parado, esperando por nós

No meio do Marambaia existe uma gleba de 150.000 m² que pertence ao Esporte Clube Banespa (ECB). Durante décadas ela funcionou como clube, aberta aos moradores mediante taxa. Com o declínio do ECB, as atividades foram encerradas e a área foi fechada em 2025.

Hoje ela está abandonada. E área abandonada dentro de um condomínio não é terreno neutro: gera risco de invasões, incêndio na vegetação seca, proliferação de pragas e desvalorização dos imóveis do entorno.

A boa notícia: a estrutura está lá, pronta para ser recuperada.

  • Piscinas
  • Ginásio coberto
  • Quadras
  • Campo de futebol
  • Salão de festas
  • Casa-sede histórica
  • Quiosques
  • Pesqueiro
  • Ampla área verde
Casa-sede do antigo Clube Banespa com varanda e gramado Palmeiras imperiais na área do clube Árvore centenária na área verde do clube

Fotos reais da área, registradas por moradores em junho de 2026.

A história

Nascemos juntos. Agora podemos ficar juntos.

A escolha

O que muda se comprarmos. E se não comprarmos.

Com a compra

  • O Marambaia passa a ser dono e decide o futuro da área.
  • 150.000 m² viram patrimônio comum: valorização de todos os imóveis.
  • Lazer completo dentro de casa: piscinas, quadras, salão, área verde.
  • Fim da dependência de terceiros e do risco de venda para estranhos.
  • Espaços podem gerar receita (eventos, aluguel de salão e quadras) e ajudar a pagar a própria manutenção.

Sem a compra

  • Área segue abandonada: mato alto, pragas, risco de incêndio e invasões.
  • Processo judicial se arrasta por anos, com custos para o condomínio.
  • Risco real de um terceiro comprar e decidir o uso sem nos consultar.
  • Se o comprador quebrar: leilão, penhora e ainda mais incerteza.
  • Desvalorização dos imóveis, principalmente no entorno da área.

Comprar é trocar risco, custo e incerteza por patrimônio, segurança e lazer.

Mitos e verdades

O que se fala por aí. E o que é fato.

"Já pagamos pelo clube com os 7,29% na compra dos lotes."

Mito

Os 7,29% eram um repasse entre a Crediven e o ECB, previsto na escritura de doação, para ampliar as instalações do clube. Cada comprador pagou apenas pelo seu lote e pela fração das áreas comuns do condomínio. Ninguém adquiriu propriedade sobre os 150.000 m², que seguem 100% do ECB.

"A Sofinal vai retomar a área e doar de graça para o condomínio."

Aposta arriscada

A própria escritura de 1974 diz que a doação é irrevogável "em tempo algum". Qualquer tentativa de reversão dependeria de anos de disputa judicial, com a área se degradando enquanto isso. Não dá para apostar o futuro do condomínio nessa hipótese.

"Dá para ganhar a área por usucapião."

Mito

A área é propriedade privada de uma associação com CNPJ ativo. Não se trata de terreno abandonado sem dono. Usucapião não se aplica a este caso.

"Vamos comprar o clube, com CNPJ e dívidas."

Mito

A proposta é comprar exclusivamente a gleba de terra e as construções que estão nela. O CNPJ do ECB, suas obrigações e suas dívidas ficam com o ECB. A compra só se concretiza com documentação verificada, certidões e aprovação em assembleia.

"Vão desmembrar a área e encher de lotes e prédios."

Não é a proposta

A área é totalmente encravada, sem frente para via pública, o que torna o desmembramento tecnicamente inviável. A proposta em discussão é comprar a área inteira e integrá-la às áreas comuns do condomínio.

"O ECB pode vender para quem quiser, a qualquer momento."

Fato: hoje ele não pode

Por decisão judicial de primeira instância, o ECB só pode vender com a anuência dos proprietários do Marambaia. O recurso ainda está em julgamento, e é justamente por isso que este é o momento de agir: a anuência é o nosso maior trunfo na negociação.

Perguntas frequentes

Tire suas dúvidas

Por que o condomínio precisa comprar a área?

Hoje o Marambaia não é dono. Se o ECB vender a terceiros, quebrar ou simplesmente deixar tudo abandonado, ficamos com 150.000 m² de risco dentro de casa, sem poder de decisão. Comprando, o condomínio assume o controle, a segurança e o futuro da área.

Quanto vai custar e como será pago?

A negociação com o ECB está em andamento e envolve etapas como levantamento de dívidas e certidões. Os valores e as condições de pagamento serão detalhados oficialmente na convocação da assembleia, para que cada proprietário vote com total clareza.

Quem vai administrar a área depois da compra?

O condomínio. A área passa a ser bem comum, como as ruas, portarias e praças. O modelo de gestão (administração própria, comissão de moradores ou empresa especializada) será definido em assembleia após a aquisição.

Serei obrigado a usar? E quem não quiser pagar?

Como área comum, o custo é rateado entre todos os proprietários, por lei e por convenção, da mesma forma que já acontece com as demais áreas do condomínio. Quem não usa a portaria de serviço também contribui com ela. Em troca, todos ganham a valorização e a segurança que a área traz.

Existe risco jurídico na compra?

Como em qualquer aquisição de imóvel, existe. Por isso o processo está sendo conduzido com pareceres jurídicos, diálogo com a Prefeitura e com o cartório, e a intenção de amarrar a compra a um acordo homologado na Justiça, o que aumenta a segurança do registro. A compra só ocorre após análise da documentação e aprovação em assembleia.

E se a compra não for aprovada na assembleia?

Este é um risco sério. Uma reprovação pode ser usada pelo ECB no processo judicial como prova de "desinteresse" do condomínio, abrindo caminho para a Justiça liberar a venda a terceiros. Nesse cenário, perdemos o controle da área. Por isso cada voto conta.

A área pode ser vendida depois, se o condomínio quiser?

Como bem comum, qualquer alienação futura também exigiria aprovação em assembleia com quórum alto. Ou seja: o patrimônio fica protegido nas mãos dos próprios moradores.

A decisão

A assembleia que define o futuro da área

Final de agosto
de 2026
Data, local e regras de votação serão confirmados na convocação oficial da administração, com 30 dias de antecedência.
  • Quem vota: proprietários de lotes do Condomínio Estância Marambaia.
  • O que será votado: a aquisição da área de 150.000 m² do ECB pelo condomínio.
  • Por que sua presença importa: decisões desse porte exigem quórum expressivo. Cada proprietário ausente é um voto que faz falta.
  • Fique atento: acompanhe os comunicados oficiais do condomínio e o grupo da campanha para não perder a convocação.
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Vizinhos conversando em um banco de praça com a fita azul da campanha

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Muitos proprietários não estão em nenhum grupo e não conhecem o caso. Uma boa conversa de portão vale mais que dez mensagens.

Moradores votando em assembleia condominial

Compareça e vote

A assembleia é o momento decisivo. Reserve a data assim que a convocação sair e ajude quem tem dificuldade a participar.

O Marambaia é nosso.
A decisão também.

São 150.000 m² de história, natureza e convivência esperando para voltar às mãos de quem vive aqui. Participe.